quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Divisão de patrocínio (Surf)

Nós do TOE vimos uma reportagem muito legal na revista hardcore, é sobre com são divididos os patrocínios nas pranchas dos atletas. Agora ficou muito fácil e simples de entender!!!



sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Melhores da semana (NFL)

Como a maioria das pessoas devem saber,está rolando a pré-temporada da NFL, ontem começou a terceira semana.
Fiquem ai com as melhores jogadas da primeira semana da pré-temporada!!!!!





segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Uma opinião sobre o Brasil nos Jogos Olímpicos



Texto de Arthur Menicucci colaborador especial TOE

Com o fim das Olimpíadas muitas são as conclusões possíveis de serem tiradas, algumas positivas e outras nem tanto. As opiniões a cerca do resultado dessa edição dos jogos varia de acordo com as expectativas geradas antes do inicio do maior espetáculo do esporte mundial. A seguir, já aviso, uma conclusão que leva em consideração toda a preparação e o incentivo que este país dá, de modo geral, aos seus atletas.

Os jogos Olímpicos começaram de forma surreal para os brasileiros. Na primeira manhã, três medalhas, uma de cada cor.  O judô, sempre importante fonte de medalhas para o Brasil, surpreendeu conquistando o primeiro ouro no feminino, com a guerreira Sarah Menezes. Como se fosse pouco, Felipe Kitadai, disputando sua primeira Olimpíada e recorrendo muito ao espirito esportivo e a força de vontade, conquista um excelente bronze.

Já Thiago Pereira, que sempre foi muito bem em jogos continentais, logrou uma medalha de prata nos 400m Medley e fechou o melhor primeiro dia de uma Olimpíada para o país.

O judô, no geral, deu bons resultados. Além das duas medalhas no primeiro dia, os judocas conquistaram mais dois bronzes, com Mayra Aguiar e Rafael Silva, além das boas participações de Tiago Camilo, que luta na categoria mais equilibrada do esporte e ficou em 5º, de Rafaela Silva, eliminada por uma regra sempre alterada e muito discutida, e Maria Suelen, peso-pesado, que também ficou na 5º colocação.

A natação, que já ganhara visibilidade graças a Cesar Cielo, em Pequim, ficou mais valorizada depois da medalha de Thiago Pereira no primeiro dia de Londres, e as esperanças cresceram. Mas Cielo, talvez por erro na estratégia, ficou apenas com o bronze nos 50m livre e não medalhou nos 100m. Apesar do bronze, a impressão de que poderia ter sido melhor ficou explícita.

Na ginástica, os irmãos Hypólito não chegaram nas melhores condições para a disputa e falharam. Diego, sempre muito cobrado por conquistar resultados expressivos nos mundiais, chegou saturado de contusões. Para o pesquisador da Unicamp e especialista em ginástica artística, Marco Antonio Bortoleto, as falhas nos jogos se devem a preparação destes atletas: "Mas os ginastas brasileiros, muitos dos quais já tem uma idade mais avançada, estão chegando na competição já machucados, desgastados e com menos suporte do que os atletas de outros países. O fator psicológico é mais forte quando já existem outros problemas, quando já chegam com medo de se machucarem.", afirmou à BBC Brasil.

Ainda para Bortoleto, falta suporte aos clubes para a formação de novos atletas e infraestrutura para o preparo dos ginastas de alto rendimento.

A ginástica artística brasileira depende de grandes empresas que patrocinam somente ginastas que já conquistaram resultados internacionais e os utilizam para publicidade exagerada, gerando visualização excessiva. Aos mais novos, sobram as boas ações de ex-atletas que, mesmo sem ter muito patrimônio, promovem programas de incentivo com o próprio suor. Enquanto essa perspectiva não mudar, os resultados serão os mesmos e os ginastas continuaram sofrendo com lesões por todo o corpo e com críticas que nunca mereciam.

Arthur Zanetti, com um dom além do excepcional, venceu todos os problemas e trouxe uma medalha dourada nas argolas. Méritos para ele, para seus técnicos e companheiros de treino.
Outro brasileiro com um dom natural de dar inveja em qualquer atleta que recebe muito mais apoio, Sérgio Sasaki, ficou com a 10ª colocação e fez história, sendo o primeiro brasileiro a disputar a final do salto.

O vôlei de quadra, com o ouro feminino e a prata masculina, fechou uma Olimpíada excelente para o esporte, provando que ainda somos os melhores do mundo. Poucos dias antes do tradicional vôlei de quadra, o vôlei de areia, com Alison e Emanuel e Juliana e Larissa, também fizeram muito bem seu papel e conquistaram a prata no masculino e o bronze no feminino. Talvez, não fosse o desequilíbrio psicológico da dupla feminina na semifinal, pois ganhavam o jogo com facilidade, a modalidade poderia voltar com medalhas ainda mais significativas.

Sobre Robert Scheidt, apenas enaltecer o quanto um esportista que conquista sua 5ª medalha olímpica seguida merece receber elogios e ser exemplo em seu país. Ao lado de seu parceiro Bruno Prada, a medalha de bronze deveria se orgulhar de estar em ombros tão vitoriosos. Parabéns.

Futebol masculino também conquistou uma medalha importante. A prata, terceira do futebol na história, também ficou com ares de ter sido pouco.  Partindo do ponto de que em uma seleção de futebol se leva os melhores de cada posição, fazer improvisação de lateral no meio de campo é pouco explicativo, independente de quem seja. Montar uma seleção sub23 com três jogadores mais velhos e um desses, nos últimos dois jogos, começar no banco, também é difícil de entender. Portanto, apesar de todas as críticas a cerca da supervalorização dos atletas, faltou preparação e tática por parte da comissão técnica.

Planejamento que também pode ter faltado ao basquete masculino, mas em outro setor. Entrar em um campeonato com, pelo menos, quatro seleções com melhor nível técnico que o seu requer utilizar as regras desta competição ao seu favor. Em um esporte como o vôlei, no qual o Brasil é hegemonia, escolher adversário é sempre pensar no fácil, além do mau agouro. Porém, em um esporte como o basquete, necessita-se de jogar com o que o regulamento te dá de armas, e sobre isso se entende, sim, escolher cair em uma chave mais fácil para poder beliscar, talvez, uma medalha. O Brasil venceu a Espanha de forma brilhante, mas caiu diante da Argentina e voltou pra casa.

E o que dizer a respeito do Boxe? O esporte que mais surpreendeu. Como é possível, com tão pouco apoio e incentivo por parte do governo, essa modalidade trazer três medalhas de Londres? Entende-se que o trabalho de terceiros esteja sendo bem feito. Ao chegar no Brasil, os Falcão e a Adriana Araújo devem ser vistos como exceções muito bem sucedidas, e rezar para que as medalhas desta Olimpíada não resultem em cobranças para a próxima. O depoimento da pugilista medalha de bronze para o jornal Folha de S. Paulo revela qual a condição desse esporte no país: "A Confederação tem que ver os atletas que tem no Brasil e parar de ficar criticando. O boxe precisa ser mais valorizado", disse Adriana Araújo, afirmando que foi desvalorizada pelo presidente da CBBoxe antes da competição.

"Ele despreza o boxe, não só o masculino, mas o feminino também. Ele me desvalorizou várias vezes. Ele disse várias vezes que eu não tinha capacidade de conquistar uma medalha, que eu não tinha capacidade de estar aqui", acrescentou. "Não caí aqui de paraquedas. A medalha de bronze é a maior prova disso".

E Fabiana Murer, Marta, Daiane dos Santos, Harumy de Freitas, Cristiane, Érika, Fernando Saraiva, Jaqueline Ferreira, Álvaro de Miranda Neto, Luiza Almeida, Rodrigo Pessoa, Bruno Mendonça, Erika Miranda, Leandro Guilheiro, Luciano Corrêa, Maria Portela, Lara Teixeira e Nayara Figueira, do nado sincronizado, Kissya Costa, César Castro, Juliana Veloso, Diogo Silva, Natália Falavigna, André Sá, Bruno Soares, Marcelo Melo, Thomaz Bellucci, Gui Lin, Gustavo Tsuboi, Hugo Hoyama, Lígia Silva, Thiago Monteiro, Marilson dos Santos, Frank Caldeira e tantos outros atletas que foram a Londres disputar e representar o país? Alguns, de fato, sentiram a pressão e decepcionaram. Outros lutaram com que tinham e, mesmo assim, não foi suficiente. Muitos, no entanto, deveriam ser reconhecidos como verdadeiros vencedores, pois deixaram para trás mais obstáculos do que nós todos imaginamos para garantir a participação nos Jogos.

Yane Marques faturou o bronze no Pentatlo Moderno no último dia dos Jogos Olímpicos de Londres 2012 e fechou uma participação brasileira marcada por muito esforço, força de vontade, algumas lágrimas e um quadro que, salvo poucas melhoras, ainda tímidas, se expõe em todas as edições dos jogos: a falta de incentivo e apoio por parte dos responsáveis pelos esportes olímpicos no Brasil. Percebemos que, quanto a material humano, o Brasil é um celeiro de talentos esperando para ser explorado.

Pode ser idealismo capitalista, mas funciona. Como um investidor de sucesso na região de Campinas me respondeu, quando perguntado se esporte era investimento, pois muito japonês com pouca envergadura física vence muito brasileiro privilegiado pelo corpo: “Tudo é investimento.”.


terça-feira, 7 de agosto de 2012

Londres 2012 (modalidades part 3)

Fala galerinha, chegou a ultima parte das modalidades olímpicas!!! 
Saltos Ornamentais

Os saltos começaram a ser praticados para acabar com a lesões dos ginastas, pois o solo era duro. Há 4 modalidades diferentes para o salto, tanto para o masculino quanto para o feminino. Desde a Olimpíada de Sydney o salto sincronizado, realizado em duplas, foi introduzido na categoria.

Sede: Centro Aquático



Taekwondo

Arte marcial coreana, onde o proposito é lutar com os pés e as mãos, participou das olimpíadas de Seul (1988) e Barcelona (1992) como exibição, mas somente em Sydney (2000), virou oficialmente um esporte olímpico. Os coletes e capacetes são equipados com sensores para evitar erros na computação dos pontos.

Sede: Excel



Tênis

Esporte de origem inglesa, mas muito difundido no mundo, o tênis tem como objetivo, com o auxilio de uma raquete fazer a bola quicar mais de uma vez na quadra adversária, podendo ser jogado individualmente (simples) ou em duplas, nos jogos olímpicos são distribuídos 5 medalhas de ouro, 2 simples (masc. e fem.), duplas (masc. e fem.) e duplas mistas.

Sede: Wimbledon



Tênis de Mesa

O tênis de mesa foi criado para substituir o tênis convencional por ser menos exaustivo, pois tem proporções menores, mas essa motivação não existe mais, porque a bolinha pode chegar a 150km/h, exigindo o máximo de concentração e preparo físico do atleta. Desde sua primeira participação como esporte olímpico (Seul 1988) ouve uma hegemonia chinesa até hoje eles já ganharam 20 das 24 medalhas de ouro disponíveis.

Sedes: Excel



Tiro

Esporte coloca a prova a precisão e velocidade do atletas com as armas  (pistola, rifle e espingarda) tanto convencional como as de ar. Nas provas de 10m são usadas armas de ar e nas de 50m 100m as convencionais, todas com alvos fixos, exceto a de espingarda que os alvos são disparados no ar.

Sede: The Royal Artlillery Barracks


Tiro com Arco

Na modalidade individual, o arqueiro dispara seis vezes três flechas, em um tempo de 40s para cada tiro e na final quatro vezes, ganha quem somar o maior numero de pontos. Já em equipes (3 competidores) cada um tem direito a atirar nove flechas com um limite de 20s para cada tiro, vence quem somar o maior numero de pontos no total.

Triatlo

Modalidade multi-esportiva, onde o atleta tem que fazer as provas sem intervalo de tempo. Esse esporte exige o máximo do atleta, pois exstem 3 etapas no circuito, começando com 1,5km de natação (águas abertas) depois 40km de ciclismo (rua) e por último 10km corrida (rua).

Sede: Hyde Park



Vela

As competições de vela, testam a capacidade do atleta em controlar seus barcos no mar tendo como única forma de energia de propução, o vento. O tamanho do barco e o numero de tripulantes varia de acordo com as 10 categorias disputadas, 6 masculinas e 4 femininas.

Sede: Weymouth & Portland



Vôlei

Outro esporte coletivo, jogado 6 contra 6, o vôlei tem como objetivo fazer a bola passar por cima da rede (2,43m masc. ou 2,23m fem.) e cair na quadra do adversário, tendo como  prioridade o uso das mãos. Vence quem ganhar 3 sets primeiro, onde 25 pontos devem ser alcançados em cada, se precisar de um quinto Set, ele é jogado até 15 pontos.

Sede: Earls Court



Vôlei de Praia

O vôlei de praia é jogado com duas equipes com dois jogadores em cada, não existindo reserva, cujo o objetivo é fazer a bola tocar no chã da quadra adversária, é disputado em uma melhor de 3 sets aonde para conseguir ganhar um set é preciso adquirir 21 pontos, caso precise do terceiro Set, ele vai até 15 pontos.

Sede: Horse Guard Parade


É isso ai esses foram  os 30 esportes  que fazem esse torneio ser o maior evento esportivo do planeta!!!

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Um pensamento sobre a torcida Olímpica Brasileira



Eu sou uma pessoa que sou apaixonada por esportes desde pequeno, a primeira Olimpíada que eu vi foi a de 1992 em Barcelona e me apaixonei. E uma coisa que aprendi é que estar em uma Olimpíada é para poucos, ser medalhista Olímpico é para os heróis.
Mas você deve estar se perguntando por que estou contando isso, certo? Bom, ultimamente tenho visto vários comentários sobre os atletas brasileiros em Londres e vejo muitas pessoas criticando, dizendo que são amarelões. Mas o problema é que as pessoas não acompanham as modalidades e acham que sabem o que acontece com o atleta. Muitos foram campeões alguns anos atrás e no momento não estão bem, mas os Pseudo-Torcedores acham que tem o direito de xingar esses atletas. Toda crítica é sempre bem vinda, mas ofensas são desnecessárias.
Eu também acho que alguns dos problemas que nossos atletas sofrem em competições grandes, é o medo da cobrança, o medo da ofensa. Pois o brasileiro não sabe valorizar o adversário, sempre acha ou que o atleta nacional amarelou ou que foi roubado.
No Brasil não temos uma estrutura para ter atletas de ponta e os poucos que surgem normalmente são casos isolados. Não existe uma política esportiva no país e com certeza investir em atletas simplesmente pra ganhar um alto número de medalhas em Jogos Olímpicos não pode ser considerada uma boa política, pois em longo prazo ela não se torna mais viável.
Mas no Brasil temos um grande problema cultural, que só é bom quem ganha medalha e o esporte tem que ser bem mais que isso. Sempre aprendi que estar nos Jogos Olímpicos é o ponto alto da carreira de um atleta, então por que ofender e falar coisas sobre o que esses “torcedores” não entendem, precisamos mudar essa cultura, precisamos aprender mais, pois existem outros esportes além do futebol e entre os quatro anos entre as Olimpíadas existem outras competições e principalmente conhecer o atleta que você está querendo criticar, pois depois de quatro anos ele pode estar em outro momento na carreira.
Durante esses dias observei que teve pessoas que criticaram todos os tipos de atletas, até o Thiago Pereira, dizendo “ele só ganhou uma medalha de prata”, poxa “só” quantas pessoas conseguiram isso? Quantos conseguiram bater o maior medalhista Olímpico da História, Michael Phelps? Existe 7 bilhões de pessoas no mundo e apenas 10.500 disputam os Jogos Olímpicos e são distribuídas 4.700 medalhas, então não acho que ganhar uma medalha de Prata seja simples. Poucas pessoas tem a honra de participar de uma Olimpíada, então não critique quem conseguiu essa honra, pois pelo fato de estar em uma Olimpíada já é uma vitória.
Também acho que se você conseguiu estar em uma olimpíada, quer dizer que você vai fazer de tudo para honrar seu País, sua torcida e como disse o Professor e Treinador William Lima, comentarista de natação dos canais ESPN, “O atleta tem que no mínimo igualar seu melhor resultado e não chegar aos Jogos e fazer abaixo”, e eu te garanto os atletas tentam fazer o melhor, mas nem sempre conseguem, ou por não estarem em um bom momento físico ou acabam vencidos por um atleta que está em um momento melhor.
Não estou falando que não devemos cobrar ou criticar os atletas, mas devemos ver a forma como fazemos, pois só o fato desses atletas conseguirem chegar nas Olimpíadas com o pouco investimento que ocorre no Brasil, já merecem nosso respeito.
Então devemos mudar um pouco nossa cultura, saber que não somos uma potencia Olímpica, mas também saber que se nossos atletas tiverem um apoio maior da torcida poderão ter resultados melhores. Em 2016 será a vez do Brasil receber os Jogos Olímpicos e é muito importante o apoio da torcida mesmo na derrota, pois nem todos podem ganhar.  Bom esse é o pensamento que eu queria passar e lembre-se que o esporte está em constante mudança.
Então parabéns a todos os atletas Brasileiros que conseguiram realizar o sonho de estar nos Jogos Olímpicos.


Texto: Vinicius Duran

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Londres 2012 (modalidades part 2)

Iaee galerinha devido a falta de tempo, consegui postar só hoje a penúltima parte das modalidades de Londres.

- Handebol



Modalidade coletiva foi introduzida nas olimpíadas em 1936 para os homens e em 1976 para as mulheres, esporte jogado 6 contra 6 tem como objetivo marcar o maior numero de gols em uma partida


Sedes: Arena Basquete e Copper Box


- Hipismo



Considerada a modalidade mais charmosa dos jogos olímpicos, o hipismo tem três categorias, equitação (CCE), salto e adestramento. A equitação é feita em 3 dias com provas de salto, adestramento, cross country e corrida de fundo combinadas. A prova de salto